São exatamente 16:30 e, de repente, sobe uma notificação no meu celular e no meu computador, onde estou trabalhando. De tão curta a frase, não houve sequer necessidade de vocalização interna, a leitura é instantânea no primeiro olhar. Te amo! Escreveu ele. Uma tropeçada do coração, um sorrisinho no canto da boca e um calor nas bochechas denunciam silenciosamente que é recíproco. Nem foi o primeiro eu te amo do dia. O de todas as manhãs é sagrado. Será que é fogo de início de relação? Não 10 anos depois.

Uma microcrônica que acabou de me acontecer.

Vitor Souza

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